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Comunicação Corporativa e Unifed Communications

Neste artigo:

O arquiteto de software Willian Leite comenta as dificuldades para manter a comunicação ativa em uma população corporativa e possíveis meios de tornar mais fácil a propagação da informação nos amibentes corporativos com ferramentas Microsoft, IBM e Google.

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No mês de maio, a revista Você S/A publicou uma matéria sobre comunicação dentro das empresas.

Manter a comunicação ativa em uma população corporativa não é das tarefas mais fáceis quando se pensa que há muita carência de informação nos ambientes empresariais.

Carência por informação é a maior das carências, pelo menos para mim. Em alguns casos, é pior que a falta de feedback do gestor. Ter a sensação de que algo está ocorrendo e você não sabe pode estressar o mais sênior dos profissionais.

E qual a mágica (ou informágica) para resolver o problema?

Fazer a informação chegar, não importando o meio! Para isso, a informação pode chegar por Instant Messaging (e entenda IM aqui por MSN, Sametime ou Google Talk), e-mail, telefone e, sempre que possível, cara-a-cara. Lógico que essas ferramentas têm seus limites de uso, afinal essa informalidade também tem seu custo.

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Identificando oportunidades – o diferencial do analista de requisitos

Neste artigo:

Adriano Lages defende que o analista de requisitos deve se portar também como analista de negócios, criando oportunidades de negócio para sua empresa ao mesmo tempo e propondo soluções em sistemas e software que gerem valor para seu cliente. Leia mais.

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Eu considero que um analista de requisitos faz um bom trabalho não somente quando ele realiza bem seu trabalho técnico, e sim quando ele faz um papel de analista de negócio. É como se ele agisse ao mesmo tempo como um advogado de defesa e criador de novas oportunidades.

Existem situações de projetos que já possuem um cronograma fechado sem nenhuma possibilidade de alteração do mesmo. Nesses casos o cliente pode solicitar funcionalidades que podem levar ao atraso do projeto, talvez uma consulta ou uma inclusão a mais ou outros “enfeites” no sistema, que não estavam previstos na proposta técnica do sistema, mas que o cliente acha que não “custa” nada para desenvolver.

É então que o analista precisa agir como advogado de defesa. Quando em situações de levantamento de requisitos de negócio ele deve mostrar de maneira clara e com argumentos convincentes, que determinado pedido do cliente não é necessário para aquela fase de desenvolvimento do sistema. Ou seja, aquilo é algo cosmético que irá gerar mais custos de desenvolvimento para a fábrica de software, lembrando que mesmo se o cliente quiser determinado item, este pode ser adicionado ao escopo do projeto. Claro, com um aumento do prazo do cronograma e gerando atrasos na entrega do projeto. É bem provável que o cliente vai pensar duas vezes antes de querer adicionar algum outro requisito desnecessário.

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Terceirização em Tecnologia da Informação sim!

Neste artigo:

O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business.O arquiteto de soluções Alexandre Pereira defende que, a exemplo do pato – um animal que voa, nada e corre, mas não é bom em nenhuma das habilitades -, muitas empresas perdem o foco do negócio e eficiência ao manter uma estrutura própria de TI. Neste artigo, ele explica porquê terceirizar tecnologia da informação e não cometer este erro.

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outsourcing, terceirização, mercado, negócios, tecnologia da informação

Já foi dito que o pato é um animal interessante quanto ao leque de habilidades que apresenta: corre, voa, nada e canta (canta?). Acontece que ele não se destaca em nenhuma delas: corre, mas não é um grande corredor… e assim por diante. Sabe qual o motivo disso? Ele não tem foco.

Agora observe o mundo corporativo. Ele é repleto de exemplos de “empresas pato” com uma extensa lista de habilidades mantidas em seu organograma: Compras, Jurídico, RH, Comercial, Financeiro, Marketing, Tecnologia e outros mais.

Entendam. Não estou dizendo que estas empresas não têm foco. Mas se analisarmos bem o real negócio destas empresas, começamos a identificar habilidades desnecessárias dentro do organograma.
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