Posts com a Tag ‘desenvolvimento de software’

Identificando oportunidades – o diferencial do analista de requisitos

Neste artigo:

Adriano Lages defende que o analista de requisitos deve se portar também como analista de negócios, criando oportunidades de negócio para sua empresa ao mesmo tempo e propondo soluções em sistemas e software que gerem valor para seu cliente. Leia mais.

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Eu considero que um analista de requisitos faz um bom trabalho não somente quando ele realiza bem seu trabalho técnico, e sim quando ele faz um papel de analista de negócio. É como se ele agisse ao mesmo tempo como um advogado de defesa e criador de novas oportunidades.

Existem situações de projetos que já possuem um cronograma fechado sem nenhuma possibilidade de alteração do mesmo. Nesses casos o cliente pode solicitar funcionalidades que podem levar ao atraso do projeto, talvez uma consulta ou uma inclusão a mais ou outros “enfeites” no sistema, que não estavam previstos na proposta técnica do sistema, mas que o cliente acha que não “custa” nada para desenvolver.

É então que o analista precisa agir como advogado de defesa. Quando em situações de levantamento de requisitos de negócio ele deve mostrar de maneira clara e com argumentos convincentes, que determinado pedido do cliente não é necessário para aquela fase de desenvolvimento do sistema. Ou seja, aquilo é algo cosmético que irá gerar mais custos de desenvolvimento para a fábrica de software, lembrando que mesmo se o cliente quiser determinado item, este pode ser adicionado ao escopo do projeto. Claro, com um aumento do prazo do cronograma e gerando atrasos na entrega do projeto. É bem provável que o cliente vai pensar duas vezes antes de querer adicionar algum outro requisito desnecessário.

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Contratos e Desenvolvimento Ágil no Brazil Scrum Gathering 2009

José Papo, responsável pela área de automação da BRQ IT Services, foi convidado a palestrar no evento internacional Brazil Scrum Gathering 2009, que ocorrerá em São Paulo nos dias 12 e 13 de maio. O próprio Ken Schwaber (criador do processo Scrum e mentor da Scrum Alliance) estará no País, além de outras feras do Brasil e do mundo.

O tema da apresentação de Papo é “Contratos e Scrum: The Good, the Bad and The Ugly”, que trata sobre a questão de contratação de projetos de software do ponto de vista de um processo ágil e iterativo, inclusive tratando de uma solução interessante utilizando pontos de função. A apresentação será realizada no dia 12 de maio, a partir das 10h45.

Mais informações no site do evento: www.scrumalliance.org/events/57-brazil-scrum-gathering

Confira!

 

Boletim Semana em TI – 09 de Abril de 2009

A semana passada foi curta por conta do feriado de Páscoa. Mas a equipe do BRQTec esteve atenta às melhores notícias e discussões sobre tudo o que anda acontecendo no mercado de tecnologia: cloud computing com Windows Azure, site para testar aplicativos iPhone, a importância do teste de software e a discussão sobre o papel da inovação são alguns dos assuntos que nossa equipe selecionou para este Boletim Semana em TI. Fique ligado!

Semana em TI – 09 de Abril de 2009

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Windows Azure, um novo conceito de desenvolvimento na nuvem

Neste artigo:

O Windows Azure, novo pacote de serviços oferecidos pela Microsoft, possibilitará o desenvolvimento na nuvem. Uma plataforma de serviços na nuvem permite a integração de cenários de SOA (Service Oriented Architecture), hoje dispersos entre várias empresas. Confira aqui uma análise desse novo conceito.

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Windows Azure, SOA, cloud computing, desenvolvimento de software, aplicações

Olá pessoal, vamos iniciar uma série de posts para abordar o novo pacote de serviços oferecidos pela Microsoft que irá possibilitar o desenvolvimento na nuvem. Esse pacote de serviços foi nomeado Windows Azure.

O Ponto Inicial – Multi-Enterprise Business Application (MEBA)

Para começar a falar sobre o Azure ea razão desse serviço, vamos entender o MEBA. O Multi-Enterprise Business Application é um conjunto de padrões para a integração de arquiteturas de serviços de empresas, que usam o .NET Services.

Quando pensamos no mundo enterprise, com software on-premise e hardware local, como aplicar uma abordagem SOA (Service Oriented Architecture – Arquitetura Orientade à Serviços) de sucesso vem sendo bastante discutida. Entende-se por sucesso a correta seleção de funcionalidades das aplicações de linhas de negócios (Line of Business ou LOB) como serviços, obtenção de SLA’s (Service Level Agreement) aderentes às necessidades de negócio, facilidades de administração, uso de protocolos abertos, reuso, boa governança de serviços, entre outros.

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JavaServer Faces Technology – Técnica demais para o designer, visual demais para o desenvolvedor

Neste artigo:

O desenvolvimento web orientado a componentes vem ganhando espaço na comunidade Java e a especificação JavaServer Faces Technology tem sido muito discutida. A pergunta que se faz é: quanto a JSF é produtiva no mundo real do desenvolvimento de software?

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JavaServer Faces Technology, frameworks, paper prototyping, interface, desenvolvimento

O desenvolvimento web orientado a componentes vem ganhando espaço na comunidade Java, vide RichFaces, Facelets, IceFaces, MyFaces, ADF, Seam, etc. Aqui, irei resumir tudo isso à JSF – JavaServer Faces Technology. A especificação JSF e todas as consequências e discussões que ela traz junto estão em alta nos fóruns. Mas a pergunta importante que devemos fazer é: o quanto isso tudo é produtivo no mundo real do desenvolvimento de software?

Pensando em sistemas de interface web, sempre vi o desenvolvedor como a figura responsável por codificar a inteligência desse sistema, e o web designer responsável pela identidade visual. Porém, quando trabalhamos com JSF, as decisões de interface estão na mão do desenvolvedor, pois ele é quem conhece os componentes de interface possíveis de serem utilizados.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei o post  Utilizando AJAX com JSF de maneira eficiente, onde podemos observer um código “HTML“. O curioso é que a única tag HTML utilizada no exemplo é a <body>, as demais são tags do JSF, que normalmente o web designer não conhece.

E o que isso implica para a produtividade no processo de desenvolvimento? Como trabalhar o desenvolvedor e o designer em conjunto, neste modelo?

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