Arquivo da categoria ‘Desenvolvimento’

Contratos e Desenvolvimento Ágil no Brazil Scrum Gathering 2009

José Papo, responsável pela área de automação da BRQ IT Services, foi convidado a palestrar no evento internacional Brazil Scrum Gathering 2009, que ocorrerá em São Paulo nos dias 12 e 13 de maio. O próprio Ken Schwaber (criador do processo Scrum e mentor da Scrum Alliance) estará no País, além de outras feras do Brasil e do mundo.

O tema da apresentação de Papo é “Contratos e Scrum: The Good, the Bad and The Ugly”, que trata sobre a questão de contratação de projetos de software do ponto de vista de um processo ágil e iterativo, inclusive tratando de uma solução interessante utilizando pontos de função. A apresentação será realizada no dia 12 de maio, a partir das 10h45.

Mais informações no site do evento: www.scrumalliance.org/events/57-brazil-scrum-gathering

Confira!

 

Boletim Semana em TI – 09 de Abril de 2009

A semana passada foi curta por conta do feriado de Páscoa. Mas a equipe do BRQTec esteve atenta às melhores notícias e discussões sobre tudo o que anda acontecendo no mercado de tecnologia: cloud computing com Windows Azure, site para testar aplicativos iPhone, a importância do teste de software e a discussão sobre o papel da inovação são alguns dos assuntos que nossa equipe selecionou para este Boletim Semana em TI. Fique ligado!

Semana em TI – 09 de Abril de 2009

Notícias, Artigos e Posts

Downloads e Softwares Online

 

Mono Framework – Desenvolvimento .NET em Unix, Linux e MacOs

Neste artigo:

Com a demanda crescente por aplicativos iPhone e a migração mais freqüente de usuários para ambientes MacOs e Linux levou Willian Leite, gerente do Centro de Competência de Arquitetura da BRQ a experimentar o Mono Framework para desenvolver aplicações .NET fora do Windows. Saiba como foi a experiência.

Tags / Palavras-Chaves:
.NET, Mono Project, desenvolvimento, MacOS, Unix, Framework

Após o Lotusphere 2009, em janeiro deste ano, comecei a observar mais de perto a atenção dada à Apple no evento e resolvi começar a usar um MacOs como ambiente de trabalho.

Como muito foi falado no evento, o iPhone não é considerado a melhor alternativa para rodar aplicações corporativas, porém, devido ao seu apelo e a facilidade de uso, todo mundo acaba tendo um iPhone, e em virtude da exigência dos usuários, muitas aplicações corporativas acabam sendo criadas para o aparelho e em cima da mesma dinâmica – de facilidade e apelo ao usuário final - resolvi testar o MacOs nesse cenário.

Após a instalação dos softwares básicos Office 2008 for Mac e o cliente de e-mail Lotus Notes 8.5, fui buscar minha alternativa para desenvolvimento .NET. Muito comentado no seu lançamento, o Mono Framework é uma iniciativa para desenvolvimento .NET para ambientes UNIX. Por isso, fui testá-lo pela primeira vez.

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José Papo apresenta palestra em evento mundial da IBM Rational

IBM Rational Software Conference 2009

IBM Rational Software Conference 2009

Entre os dias 31 de maio e 4 de junho acontece em Orlando, na Flórida, o IBM Rational Software Conference 2009, evento mundial da IBM Rational cujo tema deste ano é Innovation 2009: Telelogic User Group Conference.

José Papo, do Centro de Competência de Arquitetura da BRQ IT Services, teve sua apresentação escolhida entre mais de 5.000. O tema de sua palestra tratará de como as duas novas ferramentas da Rational facilitam e agilizam o processo de desenvolvimento de um software embarcado utilizando C e/ou C++.

Escolhi o tema porque é uma área pouco tratada e que possui um alto nível de crescimento no Brasil e no mundo. Cada vez mais softwares são produzidos para aparelhos como satélites, telefones celulares, equipamentos de telecomunicação, equipamentos de carros de última geração e chips em geral”, explica Papo.

Para a agenda e mais informações sobre as palestras do IBM Rational Software Conference 2009, acesse o site oficial do evento: www-01.ibm.com/software/rational/rsdc/

Confira as fotos com os papas da engenharia de software do mesmo evento realizado no ano passado:

 

Como resolver problemas de Credenciais de Host com Oracle 10g e 11g no Windows 2003 Server

Neste artigo:

Neste post, Renata Firmiano conta sua experiência ao detectar e resolver um problema de Credenciais de Host no Oracle 10g e Oracle 11g em ambiente Windows 2003 Server. Acompanhe.

Tags / Palavras-Chaves:
Oracle, Oracle 10g, Oracle 11g, Credenciais de Host, Windows Server 2003, Enterprise Manager, bugs, fix

Muitas vezes, instalamos programas sem modificar nenhuma opção padrão selecionada. Talvez, com um pouco de sorte, não seja necessária nenhuma alteração para utilizar o programa com sucesso. Este não foi meu caso…

Encontrando Problemas de Credenciais do Host no Oracle 10g  e Oracle 11g

Instalei o recém-lançado banco de dados Oracle 11g no Windows Server 2003. Este banco era pré-requisito de um projeto no qual atuei como DBA. Após a instalação, iniciei a criação de tablespaces, usuários, schemas, objetos e etc.

Após utilização inicial desta base de dados, resolvi verificar as novidades do Oracle 11g, explorando o utilitário Enterprise Manager (EM). O EM, conhecido também por Database Control, é uma aplicação Web que é instalada no servidor de banco de dados responsável por grande parte das configurações e análises de desempenho. Para novos DBAs (como eu), que não tem tanta familiaridade com scripts para algumas atividades, o EM é uma ótima ferramenta para auxílio das atividades básicas e monitoramento.

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Integração entre Websphere Application Server + Websphere MQ

Neste artigo:

Saiba como fica uma mensagem consumida no contexto de integração entre Websphere MQ e o Websphere Application Server e como controlar sua manipulação.

Tags / Palavras-Chaves:
IBM, Websphere, Websphere Application Server, Websphere MQ, JTA, MDB, rollback, transações

É fato que a integração de ferramentas da IBM vem se desenvolvendo, principalmente quando os “Branchs” são reformulados, isso ocorre no caso da família Websphere. Uma integração muito feliz é a que enxergamos, principalmente, no Websphere Application Server e no Websphere MQ. E com o aumento significativo no último ano das soluções que utilizam esses dois produtos, pude acompanhar que muitas dúvidas surgem em relação à utilização dos recursos oferecidos por ambos.

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Um processo de ponta a ponta com soluções Oracle

Neste artigo:

Entenda como definir uma nova arquitetura utilizando soluções Oracle pode ajudar as empresas a aperfeiçoarem e otimizarem o seu core business. Veja também: como a suíte de produtos Oracle pode atender as necessidades de soluções SOA (Service Oriented Architecture) e BPM(Business Process Management) do mercado.

Tags / Palavras-Chaves:
Oracle, SOA, BPM, arquitetura de soluções, aplicações

Aperfeiçoando a arquitetura de SOA e BPM utilizando soluções Oracle

A BRQ irá participar do Oracle Open World, e fui convidado para preparar um material sobre SOA (Service Oriented Architecture) e BPM (Business Process Management), além de auxiliar em possíveis dúvidas técnicas nesses assuntos no stand. Com essa motivação, resolvi escrever um post para mostrar um pouco de SOA e BPM, envolvendo os produtos da Oracle.

A Oracle prega ser uma empresa de soluções e hoje oferece uma das melhores suítes de produtos para suprir as necessidades de soluções SOA e BPM do mercado. Após a aquisição da BEA o portifólio de produtos da Oracle cresceu e melhorou de forma significativa.

Estudando a Oracle SOA Suite e a Oracle BPM Suite, encontrei um tutorial muito interessante, Oracle SOA – Application Portfolio Management. APM é uma prática antiga que visa catalogar e gerenciar as aplicações existentes dentro da organização, mas explicar este conceito não é o objetivo deste post agora e sim demonstrar como ficariam as aplicações de determinada empresa caso fossem redefinidas em uma nova arquitetura utilizando soluções Oracle, como pode ser visto na imagem a seguir.

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Windows Azure, um novo conceito de desenvolvimento na nuvem

Neste artigo:

O Windows Azure, novo pacote de serviços oferecidos pela Microsoft, possibilitará o desenvolvimento na nuvem. Uma plataforma de serviços na nuvem permite a integração de cenários de SOA (Service Oriented Architecture), hoje dispersos entre várias empresas. Confira aqui uma análise desse novo conceito.

Tags / Palavras-Chaves:
Windows Azure, SOA, cloud computing, desenvolvimento de software, aplicações

Olá pessoal, vamos iniciar uma série de posts para abordar o novo pacote de serviços oferecidos pela Microsoft que irá possibilitar o desenvolvimento na nuvem. Esse pacote de serviços foi nomeado Windows Azure.

O Ponto Inicial – Multi-Enterprise Business Application (MEBA)

Para começar a falar sobre o Azure ea razão desse serviço, vamos entender o MEBA. O Multi-Enterprise Business Application é um conjunto de padrões para a integração de arquiteturas de serviços de empresas, que usam o .NET Services.

Quando pensamos no mundo enterprise, com software on-premise e hardware local, como aplicar uma abordagem SOA (Service Oriented Architecture – Arquitetura Orientade à Serviços) de sucesso vem sendo bastante discutida. Entende-se por sucesso a correta seleção de funcionalidades das aplicações de linhas de negócios (Line of Business ou LOB) como serviços, obtenção de SLA’s (Service Level Agreement) aderentes às necessidades de negócio, facilidades de administração, uso de protocolos abertos, reuso, boa governança de serviços, entre outros.

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JavaServer Faces Technology – Técnica demais para o designer, visual demais para o desenvolvedor

Neste artigo:

O desenvolvimento web orientado a componentes vem ganhando espaço na comunidade Java e a especificação JavaServer Faces Technology tem sido muito discutida. A pergunta que se faz é: quanto a JSF é produtiva no mundo real do desenvolvimento de software?

Tags / Palavras-Chaves:
JavaServer Faces Technology, frameworks, paper prototyping, interface, desenvolvimento

O desenvolvimento web orientado a componentes vem ganhando espaço na comunidade Java, vide RichFaces, Facelets, IceFaces, MyFaces, ADF, Seam, etc. Aqui, irei resumir tudo isso à JSF – JavaServer Faces Technology. A especificação JSF e todas as consequências e discussões que ela traz junto estão em alta nos fóruns. Mas a pergunta importante que devemos fazer é: o quanto isso tudo é produtivo no mundo real do desenvolvimento de software?

Pensando em sistemas de interface web, sempre vi o desenvolvedor como a figura responsável por codificar a inteligência desse sistema, e o web designer responsável pela identidade visual. Porém, quando trabalhamos com JSF, as decisões de interface estão na mão do desenvolvedor, pois ele é quem conhece os componentes de interface possíveis de serem utilizados.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei o post  Utilizando AJAX com JSF de maneira eficiente, onde podemos observer um código “HTML“. O curioso é que a única tag HTML utilizada no exemplo é a <body>, as demais são tags do JSF, que normalmente o web designer não conhece.

E o que isso implica para a produtividade no processo de desenvolvimento? Como trabalhar o desenvolvedor e o designer em conjunto, neste modelo?

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Desenvolvendo aplicativos para iPhone

Neste artigo:

Diante do sucesso do lançamento do iPhone e do iPod Touch, a Apple desenvolveu aplicativos para potencializar o uso dos aparelhos. Porém, alguns processos de licença, homologação e validação, como o EULA, limitam seu desenvolvimento. Dessa forma, como fica a evolução desses aplicativos?

Tags / Palavras-Chaves:
iPhone, iPod Touch, framework, telefonia móvel, aplicações, desenvolvimento

Todos conhecem a Apple por sempre tentar inovar e quebrar os padrões existentes fornecendo uma experiência nova e agradável para o usuário final. O lançamento do iPhone agitou o mundo da telefonia trazendo um aparelho elegante, com funcionalidades inovadoras , mudando para sempre o conceito de aparelhos móveis e reaquecendo um mercado que estava carente de novidades, pois os fabricantes líderes estavam acomodados com as poucas “inovações” que seus lançamentos apresentavam.

Apple iPhone especificações de tamanho
O iPhone (e posteriormente o iPod Touch) chegaram gerando uma movimentação em usuários, blogs, fóruns e comunidades de uma forma que eu não via a muito tempo,  pois, além de um excelente hardware, trazia um design moderno:  era fino (aproximadamente 12 milímetros), tinha um display grande (aproximadamente 62 milímetros de largura por aproximadamente 115 milímetros de altura), pesava impressionantes 90 gramas, câmera de 2 megapixels e contava com wi-fi, bluetooth. Além disso, foi lançado em duas versões, com HD interno de 4GB (já extinta), e a popular versão com 8GB. Todos os concorrentes se apressaram em apontar a impossibilidade de aumentar a capacidade de armazenamento, por se tratar de um HD interno, mas isso não chegou a ser uma ameça ao sucesso do aparelho.

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