Arquivo da categoria ‘Análises’

Comunicação Corporativa e Unifed Communications

Neste artigo:

O arquiteto de software Willian Leite comenta as dificuldades para manter a comunicação ativa em uma população corporativa e possíveis meios de tornar mais fácil a propagação da informação nos amibentes corporativos com ferramentas Microsoft, IBM e Google.

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No mês de maio, a revista Você S/A publicou uma matéria sobre comunicação dentro das empresas.

Manter a comunicação ativa em uma população corporativa não é das tarefas mais fáceis quando se pensa que há muita carência de informação nos ambientes empresariais.

Carência por informação é a maior das carências, pelo menos para mim. Em alguns casos, é pior que a falta de feedback do gestor. Ter a sensação de que algo está ocorrendo e você não sabe pode estressar o mais sênior dos profissionais.

E qual a mágica (ou informágica) para resolver o problema?

Fazer a informação chegar, não importando o meio! Para isso, a informação pode chegar por Instant Messaging (e entenda IM aqui por MSN, Sametime ou Google Talk), e-mail, telefone e, sempre que possível, cara-a-cara. Lógico que essas ferramentas têm seus limites de uso, afinal essa informalidade também tem seu custo.

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Conheça um pouco mais sobre ESB (Enterprise Service Bus) e as Ferramentas IBM

Neste artigo:

Encontre uma breve descrição de como é possível a implementação do ESB (Enterprise Service Bus), utilizando ferramentas IBM.

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Parte I – Conhecendo o ESB

A manutenção de vários serviços sempre foi um ponto de risco na implementação de soluções de TI, isso porque a forma de interoperabilidade entre eles pode ser realizada de diversas maneiras, e nem sempre as melhores práticas são aplicadas.

Com o crescimento e a aplicabilidade de soluções SOA (Service Oriented Architecture), a disponibilidade e usabilidade desses serviços podem trazer um alto grau de complexidade em uma eventual alteração, atualização ou até mesmo disponibilização ou remoção de um serviço.

Dentre os muitos conceitos que podem ajudar a trabalhar esses riscos, vamos destacar nesse artigo a utilização do ESB (Enterprise Service Bus), baseando-se em ferramentas disponibilizadas pela IBM.
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Mono Framework – Desenvolvimento .NET em Unix, Linux e MacOs

Neste artigo:

Com a demanda crescente por aplicativos iPhone e a migração mais freqüente de usuários para ambientes MacOs e Linux levou Willian Leite, gerente do Centro de Competência de Arquitetura da BRQ a experimentar o Mono Framework para desenvolver aplicações .NET fora do Windows. Saiba como foi a experiência.

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.NET, Mono Project, desenvolvimento, MacOS, Unix, Framework

Após o Lotusphere 2009, em janeiro deste ano, comecei a observar mais de perto a atenção dada à Apple no evento e resolvi começar a usar um MacOs como ambiente de trabalho.

Como muito foi falado no evento, o iPhone não é considerado a melhor alternativa para rodar aplicações corporativas, porém, devido ao seu apelo e a facilidade de uso, todo mundo acaba tendo um iPhone, e em virtude da exigência dos usuários, muitas aplicações corporativas acabam sendo criadas para o aparelho e em cima da mesma dinâmica – de facilidade e apelo ao usuário final - resolvi testar o MacOs nesse cenário.

Após a instalação dos softwares básicos Office 2008 for Mac e o cliente de e-mail Lotus Notes 8.5, fui buscar minha alternativa para desenvolvimento .NET. Muito comentado no seu lançamento, o Mono Framework é uma iniciativa para desenvolvimento .NET para ambientes UNIX. Por isso, fui testá-lo pela primeira vez.

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Integração entre Websphere Application Server + Websphere MQ

Neste artigo:

Saiba como fica uma mensagem consumida no contexto de integração entre Websphere MQ e o Websphere Application Server e como controlar sua manipulação.

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IBM, Websphere, Websphere Application Server, Websphere MQ, JTA, MDB, rollback, transações

É fato que a integração de ferramentas da IBM vem se desenvolvendo, principalmente quando os “Branchs” são reformulados, isso ocorre no caso da família Websphere. Uma integração muito feliz é a que enxergamos, principalmente, no Websphere Application Server e no Websphere MQ. E com o aumento significativo no último ano das soluções que utilizam esses dois produtos, pude acompanhar que muitas dúvidas surgem em relação à utilização dos recursos oferecidos por ambos.

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Windows Azure, um novo conceito de desenvolvimento na nuvem

Neste artigo:

O Windows Azure, novo pacote de serviços oferecidos pela Microsoft, possibilitará o desenvolvimento na nuvem. Uma plataforma de serviços na nuvem permite a integração de cenários de SOA (Service Oriented Architecture), hoje dispersos entre várias empresas. Confira aqui uma análise desse novo conceito.

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Windows Azure, SOA, cloud computing, desenvolvimento de software, aplicações

Olá pessoal, vamos iniciar uma série de posts para abordar o novo pacote de serviços oferecidos pela Microsoft que irá possibilitar o desenvolvimento na nuvem. Esse pacote de serviços foi nomeado Windows Azure.

O Ponto Inicial – Multi-Enterprise Business Application (MEBA)

Para começar a falar sobre o Azure ea razão desse serviço, vamos entender o MEBA. O Multi-Enterprise Business Application é um conjunto de padrões para a integração de arquiteturas de serviços de empresas, que usam o .NET Services.

Quando pensamos no mundo enterprise, com software on-premise e hardware local, como aplicar uma abordagem SOA (Service Oriented Architecture – Arquitetura Orientade à Serviços) de sucesso vem sendo bastante discutida. Entende-se por sucesso a correta seleção de funcionalidades das aplicações de linhas de negócios (Line of Business ou LOB) como serviços, obtenção de SLA’s (Service Level Agreement) aderentes às necessidades de negócio, facilidades de administração, uso de protocolos abertos, reuso, boa governança de serviços, entre outros.

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Desenvolvendo aplicativos para iPhone

Neste artigo:

Diante do sucesso do lançamento do iPhone e do iPod Touch, a Apple desenvolveu aplicativos para potencializar o uso dos aparelhos. Porém, alguns processos de licença, homologação e validação, como o EULA, limitam seu desenvolvimento. Dessa forma, como fica a evolução desses aplicativos?

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iPhone, iPod Touch, framework, telefonia móvel, aplicações, desenvolvimento

Todos conhecem a Apple por sempre tentar inovar e quebrar os padrões existentes fornecendo uma experiência nova e agradável para o usuário final. O lançamento do iPhone agitou o mundo da telefonia trazendo um aparelho elegante, com funcionalidades inovadoras , mudando para sempre o conceito de aparelhos móveis e reaquecendo um mercado que estava carente de novidades, pois os fabricantes líderes estavam acomodados com as poucas “inovações” que seus lançamentos apresentavam.

Apple iPhone especificações de tamanho
O iPhone (e posteriormente o iPod Touch) chegaram gerando uma movimentação em usuários, blogs, fóruns e comunidades de uma forma que eu não via a muito tempo,  pois, além de um excelente hardware, trazia um design moderno:  era fino (aproximadamente 12 milímetros), tinha um display grande (aproximadamente 62 milímetros de largura por aproximadamente 115 milímetros de altura), pesava impressionantes 90 gramas, câmera de 2 megapixels e contava com wi-fi, bluetooth. Além disso, foi lançado em duas versões, com HD interno de 4GB (já extinta), e a popular versão com 8GB. Todos os concorrentes se apressaram em apontar a impossibilidade de aumentar a capacidade de armazenamento, por se tratar de um HD interno, mas isso não chegou a ser uma ameça ao sucesso do aparelho.

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Artigos sobre desenvolvimento ágil em publicações do PMI

Neste artigo:

Publicações ligadas ao PMI (Project Management Institute) trazem artigos sobre o desenvolvimento ágil e a gestão ágil e enxuta de projetos, possibilitando, por exemplo, o aumento do número de projetos de desenvolvimento de software entregues no prazo, no custo e com os requisitos necessários. Veja aqui alguns artigos.

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Agile, gerenciamento de projetos, PMI, desenvolvimento

Alguns artigos tratando sobre o desenvolvimento ágil e gestão ágil e enxuta (lean) de projetos apareceram em publicações ligadas ao PMI (Project Management Institute).

Leitura interessante, para reforçar o que está perceptível nos países desenvolvidos: O desenvolvimento ágil virou mainstream e, apesar de percalços e erros de adoção, já é discutido por uma grande fatia do mercado de lá. É interessante notar também que muitos dos gerentes de projeto que estão adotando processos ágeis são PMPs.

No artigo Agile Software Development Projects Enable Adaptability and Success (subtítulo: Agile may be the cure for overdue, high-cost software development projects) o PMI descreve como o número de projetos de desenvolvimento de software entregues no prazo, no custo e com os requisitos necessários aumentou graças à maior adoção de processos ágeis. Eles utilizam o Chaos Report como evidência desse aumento de projetos bem sucedidos.

O outro artigo pode ser encontrado na revista PM Network, que é distribuída para os associados do PMI. Ele pode ser encontrado online na edição de janeiro de 2009. Procure, clicando em Contents, pelo título do artigo: The Incredible Shrinking Team.

 

Campus Party 2009 destaca a importância da comunicação e colaboração

Neste artigo:

A segunda edição brasileira do Campus Party, maior evento integrando tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede do mundo, abordou temas como interação, liberdade e acessibilidade, porém o maior destaque ficou por conta da importância da comunicação e colaboração. Fique por dentro!

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colaboração, eventos, tecnologia da informação

Aconteceu entre os dias 19 e 25 de janeiro, em São Paulo, a segunda versão brasileira do maior encontro de tecnologia e cultura digital do planeta, o Campus Party. Criado na Espanha em 1997, o Campus Party transformou-se, em 12 anos de existência, no maior evento integrando tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede do mundo.  No Brasil, o evento reuniu 6.655 participantes, segundo levantamento oficial do evento.

Muitos dos participantes mudaram-se com seus computadores, malas e barracas para dentro de uma arena, onde se conectaram a uma rede superveloz e conviveram em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer.

Interação, liberdade e acessibilidade foram alguns dos temas abordados, mas, colaboração foi palavra de ordem! O objetivo dos participantes durante o evento era ensinar, aprender e compartilhar conhecimento, exercendo, de fato, o sentido democrático e pluralista que deve ter a nova sociedade da informação. Em comum, a busca pelas últimas novidades tecnológicas, a liberdade de conteúdos e pelo compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital.

Para ter uma idéia da dimensão do Campus Party Brasil 2009, leia abaixo alguns números e curiosidades:

  • A taxa de upload foi de 62,7%, enquanto a de download foi de 37,3%.
  • Inscritos portando seus próprios computadores na arena: 4.123.
  • Inscritos sem computador: 2.532.
  • Total de campuseiros inscritos: 6.655 – 67% são homens e 32,7% , mulheres.
  • Os “campuseiros” vêm de 27 estados – SP lidera as inscrições com 59% dos participantes, seguido por RJ, RS, MG e GO.
  • Campuseiros de 22 países marcam presença no encontro – o mais inusitado é um participante vindo da Bielorrússia, da cidade de Minsk;
  • Criada na Espanha em 1997, a Campus Party transformou-se, em 12 anos de existência, no maior evento mundial integrando tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede.

Os ambiente colaborativo está cada vez mais presente, inclusive no mundo corporativo. O modelo colaborativo é um novo paradigma da sociedade moderna, onde o bem de maior valor é a informação. É possível validar essa afirmação  nos posts do nosso colega Willian Leite, que esteve recentemente em Orlando, durante o LotuSphere, evento da IBM, e viu de perto que essa é uma tendência mundial.

*Tammy de Andrade é jornalista especializada em Tecnologia da Informação e não vê a hora de trocar de notebook

 

Rational Team Concert – Ferramenta de Application Lifecycle Management Colaborativa

Neste artigo:

O Rational Team Concert (RTC) é uma robusta ferramenta de ALM (Application Lifecycle Management) colaborativa. Nesse artigo, são analisados seus principais recursos, as três diferentes edições e a questão: o RTC substitui a suite Rational clássica?

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Rational Team Concert, IBM, colaboração, Application Lifecycle Management, desenvolvimento, Scrum

O Rational Team Concert (RTC) é uma robusta ferramenta de ALM (Application Lifecycle Management) colaborativa, baseada na plataforma aberta Jazz.

Nesse artigo, vamos analisar seus principais recursos, suas três diferentes edições e preços, a visão futura da plataforma e a questão que ainda confunde novos e antigos clientes: o Rational Team Concert substitui a suite Rational clássica?

Principais Recursos e Funcionalidades

Analisando suas principais funcionalidades, podemos destacar no Rational Team Concert:
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